26.1.11

Colocar a negrito os verdadeiros:

Sinto falta de alguém agora.
Amo dormir.
Já vi um filme porno. [a curiosidade infantil é danada]
Acredito que a honestidade é a melhor política.
Mudei muito mentalmente desde o ano passado. [infelizmente acho que não mudei nadinha]

Sou muito, muito inteligente. [com muita pena minha]
Nunca parti um osso do corpo.
Tenho um segredo que tenho vergonha de revelar. [toda a gente tem, mas não, não estudei num convento]
Amo a chuva. [normalmente a meio de agosto]
Sou paranóica. [muito. acho que acabei de descobrir o meu distúrbio. paranóidismo]
Preciso de dinheiro agora. [pois até calhava bem, nunca se diz que não. mas também não me posso queixar]
Queria ter um irmão. (rapaz) . [já tenho um e dá trabalho que chegue]
Menti a um bom amigo nos últimos seis meses.
Normalmente sou pessimista.
Tenho oscilações de humor. [até sou (des)equilibrada a maior parte do tempo]
Acho que a prostituição deve ser legalizada. [cada um trabalha com o que quer, mas nada de fugir às finanças sff].
Sou bipolar.
Tenho um talento escondido. [claro que sim, mas ainda não o descobri. depois conto]
Gosto de falar ao telefone.
Praticamente vivo de camisas e calças de ganga. [shame on me, mas estamos a adquirir peças em saldos]
Tenho um telemóvel. [tenho dois]

Actualmente tenho um fraquinho por alguém.[ohhhh...]
Não tenho nenhuma ideia do que quero fazer o resto da minha vida.
Não quero ter filhos no futuro. [isto do futuro é muito vago, mas para já não]
Sou muito tímida perto do sexo oposto.
Amo os meus melhores amigos.
Vejo canal Panda e gosto.
Tive uma queda por alguém que nunca conheci.
Beijei alguém que sabia que não devia.
Não toco um instrumento musical. [que desastre, mas tenho um cavaquinho. serve fazer só barulho? ou tem mesmo de ser música?]
Caio mais rapidamente em “desejo” do que “amor”.
Sou uma pessoa totalmente diferente em torno de pessoas diferentes. [esta é mesmo a sério, perto de desconhecidos até me porto bem]
Não importa onde estou ou com quem estou, pareço sempre uma solitária.
O meu coração reside abaixo dos meus pés.
Uma vez roubei um chocolate no supermercado. [não foi chocolate, foram rebuçados de caramelo e eram caros, por isso não me arrependo]
Não tenho a capacidade de tomar decisões sem mudar a minha forma de pensar.
Sou mais analítica sobre as pessoas que conheço.
Acredito na perda de tempo. [acho que é a minha nova religião]
O meu feriado favorito não é o Natal.
Não sei o que faria sem os meus amigos. [ia dormir. é uma coisa que faço bastante bem sem eles]
Estou com fome. [sim, quando isto chegar ao fim vou comer nestum de chocolate]
Menti sobre um dos itens desta lista. [só um? nice... mas também não foram assim tantos]
Tenho um problema em expressar as coisas. [eu não tenho problema em expressar as coisas, as pessoas às vezes é que têm problemas em entender as coisas que eu expresso]
Sou a pessoa mais necessitada que conheço à face do planeta.
Só vejo televisão quando está alguém no computador.
Sou um pouco louca. [isto às vezes até é um elogio. obrigada]
Apaixono-me com muita facilidade.
Adoro cheirar cola. [nem por isso, mas tenho colegas que adoram cheirar clorofórmio. verdadinha]
Sou muito egoísta. [pois claro... o que é meu é meu]
Sou tão emo, às vezes. [não percebo russo]
Acho que a raça humana está mal e deve ser demolida.
Já copiei num teste. [sim, mas fui logo apanhada]
Estou farta de drama.
Preciso de um emprego digno. [talvez desse jeito]
Já fingi que estava a estudar. [oh sim... poucas vezes na graça de deus]

Não sou burra, sou um depósito de informações inúteis.
Já fiz um teste sem estudar. [pois claro e de certeza devo ter chumbado]
Já me quis matar. [verdade, mas quando abri a janela do 3ºandar aquilo era muito alto e tive medo de me aleijar. maldita adolescência]
Já tive vontade de mandar todos p’ra puta que os pariu. [mandar todos prás ortigas, que eu não digo nomes feios]
Amo ficar apaixonada, mesmo que não seja correspondida. É uma sensação tão boa.
Tenho nojo de baratas.
Já pensei em fugir de casa. [lá está, a puta da adolescência faz-nos pensar em dar a volta ao 'mundo']
Os meus conselhos são os piores possíveis. [se fossem bons, vendia-os certamente]
Já fingi estar doente para não ir às aulas.
Tenho medo de ficar sozinha no escuro.


Retirado do blog You're never fully dressed without a smile. :) 

link do post Pra lá das 5, às 14:45  ver comentários (4) comentar

28.5.10

Então não é que fui presenteada com um selo por parte da Sorriso?? Ah pois é... agradeço desde já, fiquei bastante contente quando soube =D

 

 

Regras: 
* Ostentar orgulhosamente o selo, afirmando que o fazem porque são super especiais. Check!
 
* Confessar uma verdade que não tenham feito a ninguém, ou quase ninguém. Quanto mais escabrosa e mais pormenor tiver melhor! Check!

 


* Oferecer o selo a alguns blogs que achem dignos, isto é, que sejam verdadeiros. Que tenham carácter, profundidade de alma, capisce? Check!
 
 
Bem, agora vem a parte da verdade que nunca confessei a ninguém, ou quase ninguém, porque essa triste coisa foi feita por mim e por uma amiga.
Ora então, não sei precisar a idade, mas ainda andava na primária. Já tínhamos saído das aulas e estávamos no ATL, mas volta e meia e escapávamo-nos sem darem conta.
Queríamos ir comer Bollycaos, mas não tínhamos dinheiro. Então decidimos fazer umas rifas em papal reciclado, cortámos em rectângulos, agrafámos, fizemos o traço vertical no meio do papel, colocámos o número da rifa, depois pintámos uma borracha com caneta de filtro, e fazia de carimbo.
 
Estava quase perfeito. Depois fomos bater às portas,
"Olá boa tarde, olhe somos ali da escola primária, estamos a vender as rifas em que o prémio é um quando que a professora pintou [mentira], são 50 escudos cada uma"
Seguia-se a nossa melhor cara de anjinhos e pronto.
Ainda estou na dúvida se as pessoas acreditaram mesmo, ou se tiveram "pena" das criaturinhas pequenas, com cara de fome.
Mas o que é certo é que ganhámos uns trocos, e lá fomos comprar um bollycao e um Bongo daquelas frutas manhosas, para cada uma.
 
Mesmo passados estes anos todos, acho que se a minha mão soubesse que eu tinha feito aquilo, ficava de castigo...
 
 
Agora é a parte em que eu devia nomear blogues, mas por uma questão de preguicite de selecção, todos os que por aqui passam, sintam-se nomeados.
link do post Pra lá das 5, às 11:08  ver comentários (2) comentar

11.2.10

Depois de almoço, fui tomar café, não estava muita gente, mas havia lá uma cara que me chamou a atenção, porque parecia que não jogava com o baralho todo (podia ser só impressão minha).

 

Estava tudo em silêncio quando a criatura se salta para a dona do café, como quem tinha acabado de fazer uma grande descoberta:

 

"Sabia que quinhentos conto, são meio milhar???"

link do post Pra lá das 5, às 19:34  ver comentários (2) comentar


 
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