19.5.10

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Ontem reparei numa coisa, que me fez pensar [para variar é daquelas coisas pertinentíssimas].

Dar carros de 6 mudanças aos velhos [entenda-se velhos nabos], é um desperdício. Isto porque a maior parte só utiliza a primeira e a marcha-atrás, sendo que esta última é muito perigosa, e quanto a mim não devia existir.

 

Eu sei que não sou nunhuma super piloto, e que faço com cada asneira de tirar qualquer criatura do sério. Mas os velhos?! Abusam, não digo que sejam todos, mas são cá um perigo rodoviário... Não respeitam Stop's, nem cedências de passagem, nem passadeiras, e não é por irem depressa, porque em primeira numa estrada de 50, aquilo ganha uma velocidade dos diabos, um caracol ganha-lhes. Acho giro quando eles passam por nós e fico a pensar "Ah, é agora que mete a segunda [pausa], não, é agora, ói ói, vá agora pá..." e nadinha. Tadito do motor. E já mais pensar em acenar a algum conhecido, é o suficiente para que o peão das passadeira seja colhido.

 

Depois a outra parte gira é quando alguém nos diz que o Sr. tal foi para o lar e meteu o carro à venda, 100 contos, carrinho de passeio ao domingo, poucos quilómetros, como novo e não sei quê... Esquece-se de dizer que a 2a, 3a, 4a e 5a mudanças são a estrear, e que o motor está pela hora da amargura.

 

Bem mas nem tudo é mau [de momento não me recordo é de pontos positivos].

 

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11.5.10

Um dia vou dormir até que me apeteça, sem pedir licença ao relógio.

 

Um dia vou comprar o que quiser, sem fazer contas de subtracção ao orçamento.

 

Um dia vou à praia e fico lá até às 9 da noite.

 

Um dia acabo de ler o livro que comecei há séculos (barra lateral).

 

Um dia apanho uma bebedeira [quase] de cair para o lado.

 

Um dia fico bronzeada como deve ser.

 

Um dia como 2kg de chocolates sem pensar no saudável.

 

Um dia nado nua na praia.

 

Um dia trabalho sem andar a brincar na net.

 

Um dia deixo-me de parvoíces.

 

 

 

Mas... Hoje ainda não é o dia...

 

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4.5.10

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Não vou dizer que tenho uma aversão a todas as pessoas, mas decerto que a tenho a algumas.

 

Ora uma pessoa [entenda-se, eu] vai na rua, disparada que nem uma flecha, porque sim! Porque o meu passo normal é rápido, porque os sítios têm horas para fechar, porque tenho tempo limite para entregar documentos, porque está vento, porque me apetece, porque sim.

É, no entanto normal, encontrar pessoas conhecidas na rua, às quais se faz um aceno de cabeça, ou levanta-se a mão tipo "OLÁ", ou se passarmos perto diz-se Bom dia [dependente da hora], mas é um cumprimento cordial rápido e toca a andar...

 

Mas, depois temos as outras pessoas, que têm tempo para tudo e ainda lhes sobra algum para dar milho aos pardais, e assim que nos vêm, param no meio da rua, gritam, berram, abrem os braços do tipo "Há tanto tempo..." [do género, ontem à tarde, mas insistem sempre no mesmo].

Confesso que quando isto acontece, costumo olhar para trás, na esperança que o número de circo seja para o/a sortuda que vem atrás, e normalmente não tenho sorte.

 

Odeio mesmo, mas mesmo mesmo, quando vou cheia de pressa e há pessoas que insistem que tenho de para, que têm de me lambuzar a cara, mandar perdigotos, que falam tão perto de mim que parece que me querem beijar. Ah mas também acontece uma coisa que eu acho curiosa, mas ainda não consegui chegar a nenhuma conclusão. 

Falam comigo e olham para a zona do peito, tipo para as mamas. As minhas companheiras de viagem nunca foram o centro das atenções pelo tamanho, e eu também não sou assim tão alta que as pessoas não me consigam olhar para a cara... Juro que chego a olhar para baixo, para verificar se tenho a blusa suja, ou um botão da camisa que se desapertou ou qualquer coisa que me valha, mas nada...

  

Quando vejo que tenho mesmo de me pôr a milhas começo a afastar-me, e claro que por vezes a inconveniência é o meu nome do meio:

 

Pessoinha: Então mas olha, lá em casa como é que tão todos?

Je: Sim sim, o canário está bom e o gato morreu… Até outro dia…

 

Sou muito desagradável com a comunidade circundante…  

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29.4.10

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Há coisas que não percebo, porque nunca percebi e cheira-me que nunca irei perceber...

 

Ora hoje, à entrada da faculdade estavam dois senhores todos enfatados, com umas caixas de cartão ao lado. Enquanto me aproximava apercebi-me que estavam a dar qualquer coisa às pessoas que iam entrando. E eis o que era... uma bíblia. Escusado será dizer que era do Jeová. Lá aceitei a 'oferta de Deus' dada pelos homens, sabendo que o destino seria, na melhor das hipóteses, o ecoponto azul.

Tinha o velho testamento, o novo, o evangelho segundo todos os santos, e no fim, tinha provérbios [quando vi os provérbios, ainda pensei que tivesse adiante duas ou três páginas de sudoku]. A coisa não estava mal se a oferta se resumisse a uma amostra singular, acontece que, quando saíamos e voltávamos a entrar, repetiam a oferta. A tipografia deve ter feito um qualquer desconto, ou então estavam em liquidação total.

 

Antes do almoço já tinha quatro, não é fantástico?! Um para ter na mala, outro no carro, outro em casa, e o outro ainda tenho que pensar no seu destino, mas provavelmente vou oferecer a alguém no próximo aniversário.

 

Agora ligeiramente mais a sério... Toda a minha vida fui católica praticante [como se costuma dizer] até há uns tempo atrás, tenho a catequese toda e coiso e tal. Também vezes sem conta já me bateram à porta a apregoar a palavra de jeová. Não tenho nada contra a outras religiões, pelo contrário, acho que essa diversidade é boa, temos mais opções de escolha blá blá blá. Também não deixa de ser verdade que normalmente a religião é uma coisa de família, se me 'ensinaram' a ir à Igreja católica, não seria muito provável que tempos mais tarde me convertesse ao jeová. Mas, é a única religião que conheço que anda de porta em porta a maçar as pessoas, que muitas vezes não são as mais bem educadas [a meu ver, também por saturação].

 

Judaísmo, anglicana, budismo, e sei lá quantas mais... deixam as portinhas das suas igrejas, templos e coisas que tais abertas, quem quer entrar, entra, quem quer rezar, reza... mas tudo dentro da vontade de cada um. Terão eles assim tanta necessidade de importunar as pessoas? É porque entre eles e aquelas criaturas que andam às portas a vender aspiradores, e peças de prata do tempo da maria cachucha, venha o diabo e escolha. 

 

Tenho todo o respeito pelas opções de cada um, mas andarem a chatear-me a cabeça e fazer perder tempo, não obrigada, já estou servida. 

  

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6.4.10

 

 Muito sinceramente, e para começar este devaneio pelo início, acho que dormir é uma perda de tempo.

 

 

 

 Se não tivesse de dormir, e o sono não me invadisse:

 

  •   Não deixava o despertador a tocar meia hora [no mínimo] antes de me levantar;
  •  Não andava a parte inicial da manhã a bocejar;
  •  Não precisava de gastar tanta água no duche matinal, por me deixar dormir;
  •  Não tinha uma vontade quase incontrolável de dormir a sesta após o almoço;
  •  Também poderia poupar uns trocos em café, mas gastava na mesma porque adoro;
  •  Não adiava para amanhã o que poderia fazer hoje;
  •  Não deixava um livro após meia página;
  •  Não deixava a casa do avesso, porque me deixei dormir;

Bem, e acho que esta lista podia continuar até não sei onde. O reverso da moeda é que sem despertador, sou capaz de estar assim na boa umas 15 a 'descansar os olhos'. A quantidade de coisas que se podia fazer. À excepção dos dias em tenho de me levantar cedo, já nem me lembro a última vez que acordei antes das 10h e fui tomar o pequeno almoço numa boa. Uma grande chatice é o que é...

 

[Pensamento] Ah e tal amanhã vou levantar-me cedo para ir passear à praia.

[Realidade] Espera aí que já vais...

 

Não sei se é só comigo, mas normalmente antes de pôr o despertador para tocar, costumo contar as horas que se me reservam [entro em depré porque são sempre menos que as 8 recomendadas]. E já nem quero falar no "Quanto mais durmo, mais vontade tenho de dormir".  Qualquer dia, enquanto espero numa qualquer fila, deixo-me dormir em pé. Acho que um dia destes tenho de fazer uma terapia qualquer...

 

Até já desconfiei que fui algures picada pela famosa mosca de tse tse.

 

 

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28.3.10

 

Semelhanças são pura ilusão.

 

 

Ontem fui jantar com elas, e o tema foi A minha ferradura [não é que tenha sido o jantar todo a falar disso, só um bocadinho]. Pois que é verdade, ontem fui pôr aparelho. Já deveria ter sido há mais de dois anos, mas como o nosso país anda em velocidade cruzeiro [sim, faço parte do grupo de pessoas que está sempre a reclamar]e por questões burocráticas...

 

Aquilo foi muito rápido, meia hora e estava prontinha, e como é normal, agora parece que tenho uma coisa estranha na boca, mas adiante...

 

Divertimo-nos a 'gozar' com a minha nova aquisição, porque agora não consigo fazer o sorriso nº2, 3 e 4. Restam-me o 1 e o 5, ah e tenho um novo, o 6 que consiste em abrir ligeiramente a boca de forma a que pareça que os lábios estão agrafados com os ferros. Ou tudo ou nada. Então agora acham que tenho um sorriso à Patty. Confesso que não sabia muito bem que era a criatura mas bastou uma ajudinha no motor de busca e lá apareceu a coisa. Se fizer umas tranças e mudar a armação dos óculos, fico assim a modos que semelhante.

 

Decidi pôr uns elásticos azuis, achei que de discreto isto pouco tinha, então colori a boquinha. Um sorriso azulão em grande.

Isto é estranho [claro], nem consigo cuspir nem assobiar nem nada que me valha. Ao menos fome ainda não passei porque tenho conseguido comer o mesmo do costume. Ainda assim, só peço para não bater com a boca em lado nenhum, caso contrário vou ter uma big hemorragia [só digo disparates]. Acordar com os ferros colados à boca também é muito fantástico.

 

Mas isto são só devaneios de uma criatura demente, que espera adaptar-se o mais rápido possível...

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7.3.10

Daqui a pouco começa a entrega dos Óscares e eu só tenho uma duvidinha. 

 

Se este ano não podem chorar nem agradecerem a um montão de pessoas, qual será o espetáculo que vão armar? 

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23.2.10

 

Hoje foi dia de limpeza de pele. Há imenso tempo que não o fazia.

 

Assim que cheguei lá cheguei, tive uns 10 minutos sentada à espera que a criatura que me ia espremer contasse as novidades à colega.

 

A parte que mais gosto daquilo tudo, é logo o inicio, onde metem na face cremes, esfoliantes, e uns sprays e mais não sei o quê. Depois fazem um género de massagem, metem umas toalhitas na cara, com as quais desconfio que fiquei assemelhada a uma múmia e fico em "banho maria".

 

A parte que mais me irrita: uma meia hora que fico com uns vapores na cara, uns algodões nos olhos e uma musiquinha que supostamente é relaxante... mas que me irrita profundamente, e nem de deixa dormir uns minutinhos.

 

A parte que mais odeio: quando começa o martírio. É certo que já sabia que este momento ia chegar, mas é sempre penoso. E espreme, e espeta uma agulha, e volta a espremer, e depois diz que está quase, e eu quase que a mando bugiar, porque não acredito. Depois passa para os lábios, e sinto os olhos a encher de água. Arrependo-me mil vezes por ter marcado aquilo. Por último vai ao nariz, e digo-lhe "Você tem o dom de me fazer chorar" (porque raramente choro) e ela "Ah, não se preocupe, que estou mesmo a acabar" e depois ri. Ainda penso "Ai minha grande vaca, se voltas e rir e não te despachas ainda te enfio uma chapada".

 

Depois vem uma parte mais serena, tipo acabamento, que se assemelha à primeira, mas com a diferença que tenho a cara feita num oito, parece que levei umas valentes bofetadas, e não dá gozo nenhum.

 

Assim que saí de lá só me ocorreu de que tão cedo não volto lá. A última vez que pensei assim, foi há mais de dois anos. Agora até que não me esqueça, e até que esta cara não volte ao normal (porque parece que vim da guerra) recuso-me a pensar ou recomendar limpezas de pele.   

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21.2.10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E hoje foi assim...

 

link do post Pra lá das 5, às 19:31  comentar

19.2.10

 

Finalmente encontrei-os. Acho que nunca tinha sentido tanto a sua falta, nem tinha ainda percebido o quanto me fazem feliz. E sem eles não vejo o mundo como deve ser. Que parvoíce para quem está só a falar dos óculos de ver.

 

A culpa disto tudo é da minha infância, porque quando aqui a criatura era pequena, queria muito usar óculos. Era tão divertido ver as pessoas com aquilo. Mas também foi um problema que se resolveu com relativa facilidade.

 

Às escondidas comecei a usar as lunetas com fundo de garrafa da minha avó. Quando as punha o chão era só montanhas e grandes buracões, onde tinha que andar colada às paredes, senão era queda certa. Era tão estúpida. Porque é que as crianças pensam sempre ao contrário e uns quantos anos mais tarde se arrependem sempre? Faz-me lembrar a velha história: "Oh mãe quero passar a ferro!", "Não filha, que tu só tens 4 anos e podes queimar-te com o ferro. Mas não te preocupes, que quando fores grande hás de ter que passar a roupa e não quereres". Bem dito, bem feito.

 

Voltando à outra questão. Quando entrei para a primária comecei a dizer que não via bem, e que os olhos ardiam, e mais não sei quantas coisas inventadas. Lá os Pápis levaram a criança ao oftalmologista. Conclusão: "A sua filha tem os olhos de perfeita saúde, tá tudo bem"! Fiquei tão lixada que estava capaz de lhe mandar as canetas direitinhas ao chão (sim, que nessa altura não tinha força para atirar com cadeiras, ou partir vidros e muito menos para lhe cuspir para a cara). Nos anos que se seguiram, lá tentei inventar mais trinta por uma linha.

 

Um dia, fez-se luz:

- Oh mãe, dói-me tanto a cabeça quando vejo televisão...

- Então e a ler? Não te dói também?

(Ainda não tinha pensado nisso)

- Sim sim, dói, e às vezes não consigo ler bem...

- Se calhar temos de ir ao oftalmologista...

(feita sonsa)

- Oh já lá fomos uma vez e ele disse que não tinha nada.

 

Ora mas dessa vez foi diferente. Porque quando ele me perguntava as letras eu trocava-as todas. Até aquelas que até quase que um cego as vê, eu não as acertava. Conclusão: falta de vista. Era tão certo como moscas em tempo de feira.

 

Andei feliz da vida, até que comecei a não achar graça nenhuma àquilo. Tantos anos de trabalho para nada. Depois deixei de usá-los o dia todo e só servem para ler, ver TV, trabalhar no PC, essas coisas às quais sem eles não é bem a mesma coisa. 

 

E agora, graças à senhora que vem cá limpar a casa e resolveu arrumar as coisas onde ELA queria, enfiou-me os óculos no fundo de uma gaveta, como se fosse um par de peúgas rotas que nunca mais vou usar...

 

Mas ficou tudo resolvido e já vejo tudo outra vez =) 

link do post Pra lá das 5, às 18:03  ver comentários (2) comentar

14.2.10

 

Inevitável falar do carnaval.. Aqui pelo meu habitat começaram hoje os desfiles. Embora não me mascare (porque odeio), gosto de ir espreitar para depois poder mandar uns bitaites, tirar umas fotos e ver as figuraças que para lá há.

 

Este ano, tenho cá para mim que, havia muito menos pessoas disfarçadas, no entanto havia imensa gente. Felizmente estava frio, muito frio. Ou seja, aquelas donzelas que andam com a mania que isto é o sambódromo do brasil, riparam um briol danado.

 

Nas minhas teorias, é o segundo dia mais, como dizer, estúpido, irreal, ficcional, não sei, do ano. O primeiro é o da passagem de ano, e este é o outro. Onde as pessoas por umas horas, entram mentalmente numa estação e num calor psicológico, que não existe. Parece que está tudo cheio de calor.

 

Bem, na passagem de ano, confesso que realmente entro um bocadinho (pequeno) nessa onda (além de mais o álcool faz-nos esquecer o frio), mas jamais andariam de tanga, e com um minúsculo tapa-mamas, com 2 graus, a abanar o rabo no meio da rua..

link do post Pra lá das 5, às 22:06  comentar

4.2.10

 

Ainda à pouco, quando vinha a caminho de casa, surgiu-se-me uma questão: "Será que a PSP tem limites de velocidade diferentes do 'civis'?"

 

É que quando nós só podemos circular, no máximo, a 50 km/h, o limite deles parece que é de 20. Ora vão a ver a paisagem, ora a fumar um cigarrinho, ora a falar do orçamento de estado (ou dos jogos do campeonato), ou do que eles quiserem... mas irritam, porque uma pessoa vai com pressa, e quando podia ir a 49 km/h vamos a 19, atrás daqueles marmelos... e vale a pachorra... dá vontade de apitar e chamar nomes e essas coisas todas menos próprias.

 

E por outro lado quando nós só podemos ir a 120, eles passam por nós a 200... Tanta pressa?!

 

Talvez ainda um dia venha a entender a coisa, mas por agora são só um teste à minha paciência.

link do post Pra lá das 5, às 22:51  comentar

3.2.10

 

 

 Hoje no Diário de Notícias vinha assim:

 

"Carrosséis voltam para casa e pedem desculpa a Lisboa pelo incómodo"

 

Será cliché pensar que as desculpas não se pedem, evitam-se?!

link do post Pra lá das 5, às 20:26  comentar

2.2.10

 

Odeiooooo limpezas!!!!

Mas quem é que inventou que as limpezas ajudam a relaxar??

 

A bimby, já que é tão boa na arte dos cozinhados, bem que também podia limpar a casa, não?!

link do post Pra lá das 5, às 18:49  ver comentários (1) comentar

1.2.10

Eu: Olá Dra, bom dia, como está?

Dentista: Olá M., como vai? Há muito tempo que já não a via?

 

blá blá blá conversa do costume, então a família, o emprego, os amores e essas coisas todas.

 

Já de boca aberta.

Dentista: Você sempre teve uma bela dentadura... sempre teve.. aqui uns dentinhos impecáveis. Já o seu irmão não é bem assim.

Eu a pensar: ya, isso é tudo muito fixe mas tou de boca aberta com o aspirador lá dentro e estou ligeiramente apressada. Vocês dentistas, devem fazer com cada monólogo, metem-se a falar, mas esquecem-se que nós não podemos responder, boa?!

Dentista: Bem, isto só está aqui uma pontinha de tártaro, e trata-se já.

Eu a pensar: Isso soa-me aquela coisa que os cães têm... na volta ainda me vai receitar um stick de pedrigree por dia.

Dentista: Pronto, já está.. isto é que é rapidez, hein?!

 

Moral da história, não paguei nada!! Já estava psicologicamente preparada para desembolsar uns belos euros, eis quando o dinheirinho da consulta começou a criar rumo... à sapataria. Aquela dentista é uma querida, cada vez gosto mais dela ;P

 

Também era de valor chegar à sapataria e dizerem-me: "Ai que belos pés (mentira), que raro, só por isso vamos oferecer-lhe os sapatos"

 

Vai sonhando, vai...

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