6.5.11

Eu tenho um vizinho. Toda a gente tem um vizinho. Ou vários. Eu, além de vários também tenho este. Nunca lhe vi a cara, mas palpita-me que seja possuidor de um considerável tecido adiposo ou então tem problemas respiratórios proveniente sei lá do quê.

 

A criatura ressona como se não houvesse amanhã e pelo andar da carruagem o amanhã para mim vai ser já a seguir. Não vou conseguir adormecer. Pelo som, parece que o senhor está a dormir no meu quarto, mas já olhei em redor e nada... Ou a porcaria da parede é mesmo fina, ou a potência sonora do senhor [ou senhora, não sei] é pra lá de muita.

 

Ontem à noite chegou ao cúmulo de acordar a criança do apartamento abaixo. Ponto da situação: um a ressonar ao lado, outro a chorar em baixo. Acho que vou começar a cantar, para fazermos uma orquestra, não?!

 

Bem... agora vou TENTAR dormir, antes que ele acorde a criança e seja a sinfonia completa... 

 

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17.2.11

 

Quando fui para a cama já passava um pouco da hora que vem sendo hábito, ainda assim, como têm sido dias de bastante trabalho, levei um artigo para reler. Ora cheguei à cama e coloquei as folhas ao lado da almofada e fui dar um giro [comer, lavar os dentes, tirar a maquilhagem, pôr os rolos no cabelo, colocar a placa num copo com água e espalhar o creme de noite anti-rugas], depois deitei-me liguei os despertadores e txau, toca a dormir como se nada fosse.

 

Esta manhã toca o telemóvel e ao colocar o cotovelo para me apoiar e apanhar a maquineta oiço qualquer coisa resmalhar e vai na volta e era mesmo isso... o artigo.

 

É assim meus caros, é assim que se dorme sobre o assunto [eu bem que tive uns sonhos estranhos, com normas e laboratórios mas pronto].

 

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9.6.10

Imagem daqui

 

Dizem que dormir no chão, faz bem às costas. Eu pergunto O estupor que proferiu tal coisa, por acaso experimentou?

Por desagruras da vida, toca-me a dormir no chão, tipo colchão de campismo [e viva o luxo]...

Não acho que seja nadinha ortopédico, não acordo melhor humorada, e nem me sinto melhor por isso. A pobreza às vezes obriga-nos a estas coisas... Qualquer dia estou pronta para dormir no banco de um jardim, com um papelão por cima, com certeza.

 

Dores lombares e coisas que tais devem ser o próximo passo, devo ter que arranjar massagista particular [que chatice].

 

Não fiz promessa, nem perdi nenhuma aposta, vá lá que são só dois dias, caso contrário havia de estar bem tramada.

Talvez comece a pensar de uma forma mais positiva. Vou adoptar alimentação vegan, fazer umas rastas na minha farta cabeleira e usar calças com os fundilhos até aos pés [vulgo calças cagadas] e como já durmo no chão, só me falta começar a praticar meditações com insensos para envergar pelos caminhos zen...

 

Acho que sim, vou tornar-me uma pessoa muito mais pacífica [e com problemas de ossos, claro].

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6.4.10

 

 Muito sinceramente, e para começar este devaneio pelo início, acho que dormir é uma perda de tempo.

 

 

 

 Se não tivesse de dormir, e o sono não me invadisse:

 

  •   Não deixava o despertador a tocar meia hora [no mínimo] antes de me levantar;
  •  Não andava a parte inicial da manhã a bocejar;
  •  Não precisava de gastar tanta água no duche matinal, por me deixar dormir;
  •  Não tinha uma vontade quase incontrolável de dormir a sesta após o almoço;
  •  Também poderia poupar uns trocos em café, mas gastava na mesma porque adoro;
  •  Não adiava para amanhã o que poderia fazer hoje;
  •  Não deixava um livro após meia página;
  •  Não deixava a casa do avesso, porque me deixei dormir;

Bem, e acho que esta lista podia continuar até não sei onde. O reverso da moeda é que sem despertador, sou capaz de estar assim na boa umas 15 a 'descansar os olhos'. A quantidade de coisas que se podia fazer. À excepção dos dias em tenho de me levantar cedo, já nem me lembro a última vez que acordei antes das 10h e fui tomar o pequeno almoço numa boa. Uma grande chatice é o que é...

 

[Pensamento] Ah e tal amanhã vou levantar-me cedo para ir passear à praia.

[Realidade] Espera aí que já vais...

 

Não sei se é só comigo, mas normalmente antes de pôr o despertador para tocar, costumo contar as horas que se me reservam [entro em depré porque são sempre menos que as 8 recomendadas]. E já nem quero falar no "Quanto mais durmo, mais vontade tenho de dormir".  Qualquer dia, enquanto espero numa qualquer fila, deixo-me dormir em pé. Acho que um dia destes tenho de fazer uma terapia qualquer...

 

Até já desconfiei que fui algures picada pela famosa mosca de tse tse.

 

 

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28.2.10

 

Bem, muito bem. Dormi extraordinariamente bem. E tinha tantas saudades de dormir, assim até me apetecer, sem ter o despertador a tocar perto dos ouvidos, sem ter que o atirar para a outra ponta do quarto, sem ouvir a sirene dos bombeiros, sem ouvir aquela música que tanto odeio da Family Frost, sem ouvir a chuva, sem ouvir o telemóvel tocar. Sem me preocupar.

 

Pois que andei quase uma semana inteira a dormir no máximo 5 horas por noite. Andei a ressacar a todos os dias, porque precisava mesmo de dormir, mesmo mesmo, mas não dava. Todas as manhãs assim que acordava, logo o que pensava era que à noite tinha que me deitar cedo. Mas a conversa era sempre a mesma, e era sempre tarde que chegava à cama.

 

E o pior dia foi ontem, porque na sexta o amigo M. fazia anos, e lá fomos todos jantar. Ora sempre se bebeu vinho, depois uns beirões. Até não foi muito, nem o suficiente para enrolar a língua a falar e trocar as palavras. Mas como o meu organismo estava com défice de sono, a coisa no day after foi um pouco mais agreste que o costume. Ora assim que me levantei para ir trabalhar, parecia que estava prestes a entrar em coma. Via tudo à roda, nem sei como não me espalhei ao comprido. Claro está, que foi logo assim de seguida quase 1L de água, até parecia que tinha jantado bacalhau hiper salgado. Só consegui meter para dentro meia torrada e nada mais durante toda a manhã, digamos que... não tinha fome. E escusado será dizer que tinha umas olheiras até ao queixo e que para mal dos meus pecados o céu estava escuro, prestes a chover, e não houve óculos escuros para ninguém...

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